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Dado BrutoDado Bruto O fato, antes da versão.
Renda · Salário mínimo

O poder de compra do salário mínimo triplicou desde 1995. Desde 2012, subiu 17%

O mínimo vale R$ 1.621 em reais de setembro de 2026, contra R$ 528 em janeiro de 1995. De março de 2012 em diante, ele e o rendimento médio dos ocupados andaram quase juntos. Um cruzamento do mínimo com preços, PIB, emprego, dólar e juros, com os dados do IBGE, do Banco Central e do Ipea.

Por Dado Bruto · 17 out. 2026 · 14 min de leitura Explorar os dadosFontes e método
3,07×poder de compra do mínimo, jan/1995 a set/2026
+17%de mar/2012 a set/2026
2,04× e 1,40×mínimo e PIB por habitante, ago/2001 a mai/2026
43%do rendimento médio habitual dos ocupados é o que o mínimo equivale (ago/2026)

Em janeiro de 1995, o salário mínimo comprava o equivalente a R$ 528 em reais de hoje. Em setembro de 2026, vale R$ 1.621: 3,07 vezes o valor de 31 anos e oito meses antes. O ganho, porém, não foi uniforme. De janeiro de 1995 a março de 2012, o poder de compra do mínimo multiplicou por 2,62. De março de 2012 a setembro de 2026, por 1,17: uma alta de 17%.

Este texto cruza o mínimo com o resto da economia: preços, PIB por habitante, rendimento médio, desemprego, dólar, juros e dívida. Não procura causa e efeito. Mostra o que andou junto e o que andou separado, com a mesma régua e a fonte de cada série. No fim, dois instrumentos permitem refazer as contas: um explorador de séries e uma calculadora.

Valor real do salário mínimo, mês a mês, em reais de setembro de 2026
FHCFHCLulaLulaDilmaDilmaTemerBolsonaroLula05001.0001.5001995200020052010201520202025abr/1995: R$ 502jan/2026: R$ 1.679set/2026: R$ 1.621
Fonte: Ipeadata/MTE e IBGE (INPC). Valores em R$ de set/2026. Cálculo: Dado Bruto. Faixas: períodos presidenciais, em ordem.

A régua: o que é "poder de compra" aqui

Poder de compra, neste texto, é o salário mínimo corrigido pelo INPC, o índice de preços do IBGE para famílias de menor renda, que a lei também usa para repor a inflação no reajuste anual. Todos os valores reais estão em reais de setembro de 2026, o último mês com dado do INPC. Quando o texto diz que o mínimo "vale R$ 528 em janeiro de 1995", quer dizer que o valor pago naquele mês, corrigido pela inflação até hoje, equivale a R$ 528.

A primeira régua é simples: o que um mínimo comprava no mês em que foi pago. O salário mínimo é reajustado uma vez por ano, às vezes duas. Entre um reajuste e outro, o valor nominal não muda, mas os preços sobem, e o poder de compra cai todos os meses. O gráfico do valor real tem por isso a forma de um serrote: sobe de uma vez no reajuste e desce devagar até o seguinte.

O tamanho dos dentes depende da inflação. O INPC, de dezembro a dezembro, teve a maior alta entre 1996 e 2025 em 2002 (14,7%) e a menor em 2017 (2,1%). Em 2002, o valor real do mínimo chegou a R$ 838 em abr/2002 e terminou dezembro em R$ 750: 10,5% a menos em 8 meses, só com a inflação. Em 2017, o valor real do mínimo chegou a R$ 1.487 em jan/2017 e terminou dezembro em R$ 1.463: 1,6% a menos em 11 meses, só com a inflação.

Por isso as comparações deste texto usam, quando possível, o valor em todos os meses ou a variação de dezembro a dezembro, e não só o mês do reajuste.

O mesmo salário mínimo vale menos a cada mês até o reajuste: 2002 e 2017, janeiro = 100
2002 (inflação de 14,7% no ano)2017 (inflação de 2,1% no ano)
100105110janfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez20022017
Fonte: Ipeadata/MTE e IBGE (INPC). Valores em R$ de set/2026. Cálculo: Dado Bruto. Anos de maior e menor inflação de dezembro a dezembro (INPC, 1996 a 2025): 2002 e 2017.

Ano a ano

De dezembro a dezembro, o poder de compra do mínimo subiu em 25 dos 31 anos entre 1995 e 2025 e caiu em 6: 1999, 2002, 2015, 2018, 2020 e 2021. As maiores altas foram em 1995 (17,1%), 2006 (13,5%) e 2005 (9,8%).

O calendário também mudou. Entre 1995 e 2009, o reajuste caiu sempre entre fev. e mai. Desde 2010, caiu em janeiro, com reajustes adicionais em março de 2011, fevereiro de 2020 e maio de 2023. O ponto mais baixo da série é abr/1995, em R$ 502 de hoje, na véspera do reajuste daquele ano.

A regra atual está na Lei 14.663, de 2023: o reajuste de 1º de janeiro soma a variação do INPC acumulada em 12 meses até novembro do ano anterior e o crescimento real do PIB de dois anos antes. Se o PIB tiver caído, vale só o INPC. Para janeiro de 2027, o PIB de referência é o de 2025. Pela série do IBGE usada aqui (média dos quatro trimestres), ele cresceu 2,29%. Segundo reportagem do Diário do Comércio de março de 2026, o ganho real previsto é de 2,3%, dentro de uma faixa de 0,6% a 2,5% que o arcabouço fiscal impõe.

Variação do poder de compra do salário mínimo em cada ano, de dezembro a dezembro
alta do poder de compraqueda
-5%0%5%10%15%20%1995: 17,1%1996: 2,6%1997: 2,7%1998: 5,7%1999: -3,5%2000: 5,5%2001: 8,9%2002: -3,2%2003: 8,7%2004: 2,1%2005: 9,8%2006: 13,5%2007: 3,2%2008: 2,6%2009: 7,6%2010: 3,0%2011: 0,7%2012: 7,5%2013: 3,3%2014: 0,5%2015: -2,2%2016: 4,8%2017: 4,3%2018: -1,6%2019: 0,1%2020: -0,7%2021: -4,4%2022: 4,0%2023: 5,0%2024: 2,1%2025: 3,5%1995200020052010201520202025
Fonte: Ipeadata/MTE e IBGE (INPC). Valores em R$ de set/2026. Cálculo: Dado Bruto. 1995: de dez/1994 a dez/1995. Passe o mouse sobre as barras para ver o valor.

O mínimo contra a economia

A segunda régua é a economia. Entre ago/2001 e mai/2026, o PIB por habitante cresceu 40%, enquanto o valor real do mínimo, na mesma janela, cresceu 104%: 2,04 vezes o valor inicial, contra 1,40 do PIB por habitante. Na janela, o mínimo subiu mais que o PIB por habitante.

A comparação tem limites. O PIB por habitante é o volume do PIB dividido pela população estimada, com interpolação nos anos em que a tabela do IBGE não traz estimativa. O mínimo é corrigido pelo INPC, e o PIB é medido em volume, a preços constantes. E o PIB por habitante inclui renda que não passa pelo mercado de trabalho: lucros, aluguéis, impostos.

Salário mínimo real e PIB por habitante, ago/2001 = 100
Salário mínimo realPIB por habitante (volume)
10015020020052010201520202025Mínimo 202PIB/hab. 140
Fonte: IBGE (Contas Nacionais Trimestrais, tabela 1620; estimativas de população, tabela 6579), Ipeadata/MTE. População interpolada nos anos sem estimativa na tabela. Cálculo: Dado Bruto.

O mínimo e o rendimento dos trabalhadores

Para o rendimento dos trabalhadores, a série da PNAD Contínua começa em março de 2012. De lá até ago/2026, o valor real do mínimo subiu 18% e o rendimento médio real dos ocupados, 20%. Os dois andaram quase juntos. Em valores nominais, o mínimo equivalia a 43,6% do rendimento médio habitual em mar/2012 e a 42,9% em ago/2026. No período, a razão ficou entre 41,0% (dez/2014) e 48,9% (jan/2022).

O ganho do mínimo entre 1995 e 2012 não pode ser comparado com o rendimento médio dos ocupados, porque essa série da PNAD Contínua só existe a partir de março de 2012. Depois dela, o mínimo e o rendimento médio andaram na mesma direção e quase no mesmo ritmo.

A taxa de desocupação teve outra trajetória: 8,0% no trimestre móvel encerrado em mar/2012, máximo de 14,9% em set/2020, mínimo de 5,1% em dez/2025 e 5,3% em ago/2026. O número de ocupados passou de 87,7 milhões para 103,5 milhões. A relação entre salário mínimo e emprego é um tema de debate entre economistas, e estes dados, sozinhos, não separam o efeito do mínimo do efeito do ciclo econômico. Não há aqui uma estimativa de causa.

Mínimo, rendimento médio e desocupação, de março de 2012 a agosto de 2026
A. Salário mínimo real e rendimento médio real dos ocupados (mar/2012 = 100)90100110120Mínimo 118Rendimento 120B. Salário mínimo como % do rendimento médio habitual dos ocupados35%40%45%50%55%dez/2014: 41,0%jan/2022: 48,9%C. Taxa de desocupação (trimestre móvel, %)0481216set/2020: 14,9%dez/2025: 5,1%2013201520172019202120232025
Fonte: IBGE, PNAD Contínua (tabelas 6390, 6381 e 6320); Ipeadata/MTE; INPC. Rendimento deflacionado pelo INPC pelo Dado Bruto, em R$ de set/2026. Razão calculada com valores nominais.

O índice de Gini do rendimento domiciliar per capita, que mede a desigualdade entre domicílios, foi de 0,540 em 2012 para 0,511 em 2025, com máximo de 0,545 em 2018 e mínimo de 0,504 em 2024. O Gini reúne todas as fontes de renda, inclusive transferências, e por isso não permite isolar o papel do mínimo.

Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita, 2012 a 2025 (0 = igualdade total; 1 = máxima desigualdade)
0,480,500,520,540,56201220132014201520162017201820192020202120222023202420252012: 0,5402013: 0,5322014: 0,5262015: 0,5242016: 0,5372017: 0,5392018: 0,5452019: 0,5432020: 0,5232021: 0,5432022: 0,5172023: 0,5172024: 0,5042025: 0,511
Fonte: IBGE, PNAD Contínua anual (tabela 7435). A escala vertical não começa em zero.

Em dólares

Em dólares, o quadro é outro, porque o câmbio entra na conta. O mínimo valia US$ 83 em janeiro de 1995, chegou ao menor valor da série em out/2002 (US$ 53), ao maior em fev/2012 (US$ 362) e está em US$ 315 em setembro de 2026, com o dólar comercial a R$ 5,14. A série em dólares não desconta a inflação americana e serve como medida do que o mínimo pagaria em produtos cotados na moeda, não como medida de poder de compra.

Salário mínimo em dólares (valor nominal dividido pela média mensal do dólar comercial)
US$ 0US$ 100US$ 200US$ 300US$ 4001995200020052010201520202025out/2002: US$ 53fev/2012: US$ 362
Fonte: Ipeadata/MTE; Banco Central (SGS 1, dólar comercial, venda, média dos dias do mês). Não corrigido pela inflação dos EUA.

O quadro em volta: juros, dívida e expectativas

Em volta do mínimo, o cenário macroeconômico hoje: a Selic meta está em 13,75% ao ano (16 de outubro de 2026). O INPC acumula 4,3% em 12 meses até setembro. Descontada a inflação dos mesmos 12 meses, a Selic efetiva rende 9,8% ao ano em termos reais. A dívida bruta do governo geral está em 82,9% do PIB (ago/2026), entre um mínimo de 51,3% (dez/2011) e um máximo de 87,7% (out/2020) na série. A dívida das famílias com o sistema financeiro passou de 16,5% da renda em jan/2005 para 49,9% em jul/2026, e a inadimplência está em 5,0% da carteira (ago/2026). Duas análises do Dado Bruto detalham esses pontos: as dívidas das famílias e os juros reais.

O boletim Focus de 9 de outubro de 2026, com a mediana das projeções do mercado, aponta IPCA de 5,22% em 2026 e 4,30% em 2027, crescimento do PIB de 1,85% e 1,40%, e Selic de 13,25% e 12,00% ao fim de cada ano. São expectativas de analistas, não projeções do Dado Bruto.

Juros, inflação, dívida pública e dívida das famílias desde 2005
Selic efetiva (% ao ano)01020302005201020152020202513,8Inflação, INPC em 12 meses (%)0510200520102015202020254,3Dívida bruta do governo geral (% do PIB)406080100201020152020202582,9Dívida das famílias com o sistema financeiro (% da renda de 12 meses)02040602005201020152020202549,9
Fonte: Banco Central (SGS 4390, 13762, 29037) e IBGE (INPC). Selic efetiva = taxa acumulada no mês, anualizada. Cada painel tem a sua escala.

Os mesmos números, por período presidencial

Os períodos presidenciais são a divisão mais comum para comparar a economia brasileira. A tabela abaixo usa a mesma régua e os mesmos indicadores em todos eles, sem ordenar nem destacar nenhum. Ela mostra, ao mesmo tempo, o que subiu e o que piorou em cada período.

Sete indicadores, com a mesma régua, em cada período presidencial
Período Mínimo real
médio (R$)
Variação real
do mínimo
INPC
(% a.a.)
PIB por hab.
(% a.a.)
Selic efetiva
média (% a.a.)
Desocupação
média (%)
Fernando Henrique Cardoso
jan/1995 a dez/1998 (48 meses)
64830,5%9,2n/d33,7n/d
Fernando Henrique Cardoso
jan/1999 a dez/2002 (48 meses)
7437,3%9,4n/d20,0n/d
Luiz Inácio Lula da Silva
jan/2003 a dez/2006 (48 meses)
88538,3%6,13,318,4n/d
Luiz Inácio Lula da Silva
jan/2007 a dez/2010 (48 meses)
1.15717,4%5,54,611,0n/d
Dilma Rousseff
jan/2011 a dez/2014 (48 meses)
1.35212,4%6,00,99,87,1*
Dilma Rousseff
jan/2015 a mai/2016 (17 meses)
1.4134,4%11,3-4,013,49,1
Michel Temer
jun/2016 a dez/2018 (31 meses)
1.4540,8%2,90,49,612,4
Jair Bolsonaro
jan/2019 a dez/2022 (48 meses)
1.461-1,2%6,51,46,412,1
Luiz Inácio Lula da Silva
jan/2023 a set/2026 (45 meses)
1.57113,9%4,42,813,16,7
n/d: a fonte não cobre o período. * Dados a partir de mar/2012 (PNAD Contínua). Mínimo real em R$ de set/2026. Variação real: do último mês antes do período ao último mês do período (para o 1º período, dez/1994). INPC e PIB por habitante em taxa média anual composta. Fonte: Ipeadata/MTE, IBGE, Banco Central. Cálculo: Dado Bruto.

Cinco cuidados antes de ler a tabela. Primeiro, o reajuste de janeiro do primeiro ano de um período pode ter sido definido antes dele, em lei ou decreto do período anterior; a coluna de variação real do mínimo inclui esse reajuste. Segundo, os períodos têm durações diferentes: Dilma Rousseff (2º mandato, interrompido em maio de 2016) tem 17 meses, e o 3º período de Lula, até setembro de 2026, 45. Terceiro, o PIB por habitante só pode ser calculado a partir de 2001, e a PNAD Contínua, a partir de março de 2012. Quarto, os períodos tiveram choques diferentes, como a recessão de 2015 e 2016 e a pandemia em 2020, que nenhuma coluna isola. Quinto, a mudança de presidente é aqui tratada por mês cheio: junho de 2016 é o primeiro mês do período de Michel Temer.

Nenhuma coluna isolada mede o desempenho de um governo, e o texto não ordena os períodos. Quem quiser separar o que veio de decisão de cada governo do que veio da regra herdada e da economia precisa de outra conta, que depende de checar o ato de cada reajuste. Essa comparação não está aqui.

Explore as séries: escolha, compare, mude o período

Marque até onde quiser. As séries em nível entram no mesmo quadro, em índice (100 = primeiro mês em comum no período). As taxas ganham um quadro cada, com escala própria. Não há eixo duplo.

Quanto valia o seu dinheiro? Calculadora com o INPC

Corrige um valor em reais de qualquer mês, de janeiro de 1995 a setembro de 2026, para reais de setembro de 2026, e compara com o salário mínimo da época.

Limites

O que os dados não dizem. O INPC mede a variação de preços para famílias com renda de um a cinco salários mínimos, e a cesta de cada família é diferente. O mínimo é um piso nacional, e alguns estados têm pisos próprios, que não entram nesta análise. O rendimento médio da PNAD Contínua (tabela 6390) é o rendimento médio mensal das pessoas ocupadas, e inclui quem ganha menos e quem ganha muito mais que um mínimo. As séries de PIB e de população têm revisões. O último mês de cada série varia: os preços vão até setembro de 2026, e o rendimento e a desocupação, até agosto.

Nenhuma das comparações acima mede causa. O mínimo, o PIB, o emprego e o rendimento se influenciam, e os dados anuais ou mensais não permitem separar uma influência da outra.

Fontes e método

  • Salário mínimo nominal: Ipeadata, série MTE12_SALMIN12 (MTE), 1940 a 2026; conferida com a série 1619 do SGS/Banco Central: valores idênticos nos 384 meses de jan/1995 a dez/2026.
  • Preços: IBGE, SIDRA, tabelas 1736 (INPC) e 1737 (IPCA), número-índice com base dez/1993 = 100 e variação mensal. O valor real usa o INPC, e o último mês é set/2026.
  • PIB: IBGE, Contas Nacionais Trimestrais, tabela 1620 (índice de volume encadeado, 1995 = 100). População: tabela 6579 (estimativas), interpolada de forma log-linear nos anos ausentes (2007, 2010, 2022 e 2023).
  • Trabalho: IBGE, PNAD Contínua, tabelas 6390 (rendimento médio habitual, variável nominal 5929), 6381 (desocupação, trimestre móvel), 6320 (ocupados) e 7435 (Gini do rendimento domiciliar per capita).
  • Câmbio, juros e dívida: Banco Central, SGS 1 (dólar comercial, venda), 4390 (Selic acumulada no mês), 432 (meta Selic), 13762 (dívida bruta do governo geral), 29037 (endividamento das famílias), 21082 (inadimplência) e Focus (API Olinda, expectativas anuais, mediana).
  • Atividade: IBGE, PIM-PF (tabela 8888), PMC (tabela 8880) e Banco Central, IBC-Br com ajuste sazonal (SGS 24364).
  • Legislação: Lei 14.663/2023, art. 3º (Câmara dos Deputados). Projeção do ganho real de 2027: reportagem do Diário do Comércio, 9/3/2026.
  • Cálculos do Dado Bruto: valor real = nominal × INPC(set/2026) ÷ INPC(mês); rendimento real = rendimento nominal deflacionado da mesma forma; PIB por habitante = volume ÷ população interpolada; Selic efetiva = (1 + taxa do mês)^12 − 1; Selic real = Selic acumulada em 12 meses ÷ INPC acumulado em 12 meses. Dados acessados em 17/10/2026.
Correções: nenhuma até o momento.