Correção de valores pela inflação (IPCA e IGP-M)
Quanto R$ 1.000 de alguns anos atrás valem hoje? Informe o valor, o mês de origem e o mês final. A calculadora aplica a inflação do período e mostra o valor corrigido pelo IPCA, INPC ou IGP-M.
- Valor original
- R$ 1.000,00
- Período
- jan/2015 a set/2026 (140 meses)
- IPCA acumulado
- 87,24%
- Fator de correção
- 1,872369
- Valor corrigido
- R$ 1.872,37
O mesmo cálculo com os outros índices
| Índice | Variação | Valor corrigido |
|---|---|---|
| INPC (IBGE) | 86,25% | R$ 1.862,53 |
| IGP-M (FGV) | 118,09% | R$ 2.180,89 |
- A correção usa a inflação dos meses seguintes ao mês inicial, até o mês final, inclusive. Fonte dos índices: IBGE (IPCA, INPC) e FGV (IGP-M), pelo Banco Central.
Como funciona a correção
O valor é multiplicado pelo fator de correção: a inflação acumulada dos meses seguintes ao mês inicial, até o mês final, inclusive. Se você informa janeiro de 2015, a conta usa de fevereiro de 2015 em diante, porque o índice de janeiro já estava embutido nos preços daquele mês.
O fator é o produto de (1 + taxa mensal) de cada mês, igual à razão entre os números-índice, que é o método do Banco Central.
Qual índice usar
IPCA (IBGE): a inflação oficial, a que o governo usa como meta. É o mais usado para saber quanto o custo de vida subiu.
INPC (IBGE): mede a inflação das famílias com renda de 1 a 5 salários mínimos; costuma ser a referência para reajuste de salários.
IGP-M (FGV): acompanha preços no atacado, na construção e no consumidor. É muito usado em contratos de aluguel, mas oscila mais.
Limites
A correção por índice de preços mostra o poder de compra médio. Seus gastos reais podem ter subido mais ou menos que a média. Para dívidas, indenizações e contratos, vale o índice, o período e a regra definidos no contrato ou na decisão judicial.
Quanto valem hoje R$ 1.000 de cada ano
Inflação oficial por ano (IPCA)
| Ano | IPCA | Quanto valia o dinheiro |
|---|---|---|
| 2026 (até set) | 3,95% | |
| 2025 | 4,26% | ver 2025 |
| 2024 | 4,83% | ver 2024 |
| 2023 | 4,62% | ver 2023 |
| 2022 | 5,78% | ver 2022 |
| 2021 | 10,06% | ver 2021 |
| 2020 | 4,52% | ver 2020 |
| 2019 | 4,31% | ver 2019 |
| 2018 | 3,75% | ver 2018 |
| 2017 | 2,95% | ver 2017 |
| 2016 | 6,29% | ver 2016 |
| 2015 | 10,67% | ver 2015 |
| 2014 | 6,41% | ver 2014 |
| 2013 | 5,91% | ver 2013 |
| 2012 | 5,84% | ver 2012 |
| 2011 | 6,50% | ver 2011 |
| 2010 | 5,91% | ver 2010 |
| 2009 | 4,31% | ver 2009 |
| 2008 | 5,90% | ver 2008 |
| 2007 | 4,46% | ver 2007 |
| 2006 | 3,14% | ver 2006 |
| 2005 | 5,69% | ver 2005 |
| 2004 | 7,60% | ver 2004 |
| 2003 | 9,30% | ver 2003 |
| 2002 | 12,53% | ver 2002 |
| 2001 | 7,67% | ver 2001 |
| 2000 | 5,97% | ver 2000 |
| 1999 | 8,94% | ver 1999 |
| 1998 | 1,66% | ver 1998 |
| 1997 | 5,22% | ver 1997 |
| 1996 | 9,56% | ver 1996 |
| 1995 | 22,41% | ver 1995 |
Variação de dezembro a dezembro. Fonte: IBGE, pelo Banco Central.
Outras ferramentas
Banco Central do Brasil, Sistema Gerenciador de Séries Temporais (SGS). IPCA e INPC: IBGE. IGP-M: FGV. Salário mínimo: legislação federal. Última atualização dos dados: setembro de 2026 (IPCA e INPC) e setembro de 2026 (IGP-M).