Rio registra 74 casos de mpox em dois meses, alta de sete vezes
Setembro concentra 45 dos casos, o maior número mensal em três anos, segundo o Observatório Epidemiológico do município
A cidade do Rio de Janeiro somou 74 casos de mpox em setembro e outubro de 2026. Os dados são do Observatório Epidemiológico do município, e o total é sete vezes maior que o registrado no período anterior.
Só em setembro foram 45 casos, o maior número mensal em três anos.
A doença é viral e se transmite por contato direto com lesões na pele, secreções e fluidos corporais, além de objetos contaminados, como roupas, toalhas e lençóis.
Os sintomas mais citados são febre, mal-estar, dores no corpo, aumento dos gânglios linfáticos e lesões na pele, que evoluem até a formação de crostas.
A vacina contra a mpox não faz parte da imunização de rotina. Segundo o Ministério da Saúde, ela é priorizada para pessoas que vivem com HIV, funcionários de laboratórios que trabalham diretamente com o vírus e pessoas que tiveram contato de alto ou médio risco com casos suspeitos, prováveis ou confirmados.
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