Flávio condiciona seu sigilo telefônico à quebra de dados de ex-chefe de gabinete de Lula
Senador responde ao desafio feito por Lula em debate presidencial; segundo turno está marcado para 25 de outubro
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) condicionou nesta quarta-feira (21) a abertura do próprio sigilo telefônico à divulgação dos dados de Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A resposta ocorre depois de Lula propor, durante o debate presidencial, a abertura dos sigilos telefônico, bancário e fiscal dos candidatos à Presidência e de seus familiares. Lula colocou à disposição os dados de sua mulher, a primeira-dama Janja da Silva, e de seus filhos.
Flávio disse que aceita o desafio e que pretende levá-lo até as últimas consequências. Ao rebater o presidente, afirmou que seu patrimônio é declarado e não vê problema em divulgá-lo.
As fontes divergem sobre o alcance das exigências de Flávio. Uma delas afirma que ele também pede a divulgação dos gastos do cartão corporativo da Presidência e de informações sobre a primeira-dama. A outra registra apenas a exigência sobre os dados de Marcola.
O segundo turno da eleição presidencial está marcado para domingo (25).
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