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Pesquisador afirma que grandes modelos de IA podem ser mais fáceis de entender

Tese de Nick Cammarata, da startup Goodfire, divide especialistas, e céticos ainda não aderiram

Por Redação Dado Bruto · Fontes
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Laboratório Sirius de luz síncrotron, em Campinas (SP)
Imagem ilustrativa: Laboratório Sirius de luz síncrotron, em Campinas (SP). Foto: Prefeitura Campinas · Public domain · créditos

O pesquisador Nick Cammarata, da startup de inteligência artificial Goodfire, afirma que os grandes modelos de linguagem (LLMs) podem ser bem mais fáceis de entender, e portanto de monitorar e controlar, do que se imaginava. A tese foi apresentada em um post de blog de 26 mil palavras, segundo a MIT Technology Review.

Se a afirmação se confirmar, o alcance será grande, avalia a publicação. Nem todos os especialistas, porém, concordam com Cammarata, e parte deles evita comemorar o resultado por enquanto.

A MIT Technology Review conversou com Cammarata no dia seguinte à divulgação do texto. Segundo a reportagem, a entrevista tratou do que, na visão dele, os pesquisadores estão fazendo de forma equivocada, do que o trabalho realmente demonstra e dos motivos que levam os céticos a não celebrar. O trecho disponível não detalha os argumentos dos críticos nem os resultados experimentais citados pelo pesquisador.

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