Googlebook, laptop com Android da Google, chega ao mercado com hardware premium
Segundo análise da Ars Technica, os modelos custam mais de mil dólares e ainda parecem mais um celular ampliado do que um notebook de alto padrão
A Ars Technica publicou nesta sexta-feira (16) uma análise dos Googlebooks, notebooks com Android que a Google apresenta como alternativa ao Windows e ao macOS. Segundo o veículo, os aparelhos substituem o foco na web do ChromeOS e oferecem suporte nativo a aplicativos Android.
Pelo levantamento da publicação, a maior parte da linha de lançamento custa bem mais de mil dólares. Todos os modelos iniciais têm telas sensíveis ao toque, corpo de alumínio e magnésio, desbloqueio biométrico por impressão digital ou rosto e trackpads amplos.
O texto também descreve o Glowbar, faixa luminosa que acende nas cores da Google quando o Gemini é ativado por palavra de ativação e durante a inicialização. Ele também indica o nível de bateria ao conectar o aparelho, função que, segundo a análise, é modestamente útil, mas não é um diferencial de venda.
Para a Ars Technica, os Googlebooks têm algumas funções interessantes para quem já usa celulares Android. No entanto, as raízes do sistema móvel são evidentes: em alguns momentos a experiência lembra um Chromebook e, em outros, um celular ampliado. A publicação afirma que o uso quase nunca se assemelha ao de um notebook premium.
A análise também aponta que o Windows e o macOS são plataformas consolidadas, com décadas de software e convenções de interface que mantêm os usuários presos a elas. Segundo o texto, os Googlebooks precisarão oferecer algo muito diferente para atrair usuários de qualquer um dos dois sistemas.
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