Apple apresenta primeiro MacBook Pro com tela sensível ao toque
Modelo com tela OLED parte de US$ 2.899 nos EUA e começa a ser vendido em 6 de novembro
A Apple apresentou nesta quarta-feira (28), em Los Angeles, seus primeiros notebooks com tela sensível ao toque. O CEO John Ternus mostrou um MacBook Pro com tela OLED, tecnologia de diodos orgânicos que, segundo a empresa, oferece mais contraste e brilho. O modelo parte de US$ 2.899 nos Estados Unidos.
A mudança encerra uma posição antiga da empresa. Durante anos, a Apple resistiu a incluir telas de toque em computadores, posição associada ao cofundador Steve Jobs. A companhia usava o recurso em iPads e iPhones, mas não em seus laptops.
Segundo a Folha, o MacBook Pro de 16 polegadas com tela de toque pesa 0,3 kg a menos que o modelo anterior, que não tinha o recurso. A Ars Technica, que testou o aparelho por cerca de cinco minutos em um estande, afirmou que a diferença de peso é perceptível, mas não muda a categoria do produto. A mesma publicação relatou que o logotipo iluminado na tampa, ausente em versões recentes, voltou.
Ternus, executivo de longa data da área de hardware, disse que a empresa adora o Mac e que o computador nunca esteve tão potente. Ele apresentou o aparelho como parte de uma sequência de lançamentos desde que assumiu o comando da Apple.
As datas de venda divergem entre as fontes. A Folha informa que a pré-venda começa nesta quarta-feira. O TechCrunch diz que as encomendas se abrem em 30 de outubro. Ambas as publicações indicam que as vendas começam em 6 de novembro.
Os preços variam conforme a configuração. O TechCrunch informa que a versão mais completa do modelo chega a valores muito superiores ao lançamento, por causa de opções de memória e armazenamento. A Folha cita US$ 4.799 para o modelo de 16 polegadas com chip M5 Max, o mais potente da linha.
O lançamento marca a primeira vez que a Apple leva uma tela sensível ao toque a um MacBook Pro. Antes disso, a empresa havia testado a ideia com a Touch Bar, uma faixa de toque no teclado que depois foi abandonada, segundo o TechCrunch.
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