Trump diz que vai proibir o termo 'inteligência artificial' em documentos
Presidente critica o Wall Street Journal e defende a palavra 'superinteligência'; não há detalhes sobre como a medida funcionaria.
Donald Trump anunciou, na terça-feira (27), a intenção de proibir a expressão “inteligência artificial” em documentos oficiais e em outras situações. O presidente dos Estados Unidos fez a declaração em uma publicação na rede social Truth Social.
Na mensagem, Trump criticou o jornal The Wall Street Journal por continuar usando a expressão em vez de “superinteligência”. Segundo ele, o nome atual é impreciso. “Em pouco tempo, vamos proibir oficialmente o termo ‘IA/inteligência artificial’ em todos os documentos relevantes, e em tudo o mais, devido à sua imprecisão”, escreveu.
Inteligência artificial (IA) é o nome dado a tecnologias capazes de executar tarefas que normalmente exigem habilidades humanas, como interpretar textos e reconhecer imagens. A categoria inclui ferramentas generativas, como o ChatGPT.
O termo “superinteligência” se refere a sistemas que superariam a capacidade cognitiva humana. Ele não é, segundo a reportagem do G1, um sinônimo técnico consolidado para as ferramentas de IA disponíveis hoje.
A publicação não informa como a eventual proibição funcionaria, quais documentos seriam afetados nem quando a mudança entraria em vigor.
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