Médico morre em troca de tiros com a PM após ameaçar esposa em Catanduva
Polícia apreendeu oito armas de fogo e munições na casa, e as fontes divergem sobre um objeto semelhante a granada
O médico cirurgião Luciano Lopes Pastor, de 52 anos, morreu baleado no domingo (18) durante uma troca de tiros com a Polícia Militar, em Catanduva, no interior de São Paulo.
Segundo o boletim de ocorrência, a esposa acionou a PM e relatou ter sido ameaçada de morte pelo marido. Ela afirmou que ele estava agressivo e armado, depois de um churrasco em que teria bebido. Ao chegar ao bairro Jardim Aeroporto, a equipe encontrou o médico no portão da casa. Após tentativas de negociação, ele apontou a arma na direção dos policiais. Os agentes reagiram, e o médico foi atingido. O resgate foi acionado, mas ele morreu no local.
A ocorrência foi registrada no boletim, que atribui à esposa o relato das ameaças. As reportagens não trazem manifestação de familiares do médico.
Na casa, a polícia apreendeu oito armas de fogo, entre espingardas, pistolas e revólveres, além de facas e um facão. As fontes divergem sobre as munições: uma aponta 350 unidades intactas, e a outra, 352, além de 98 deflagradas. Também há divergência sobre a granada. O Metrópoles a descreve como granada alemã. O g1 informa que o Esquadrão Antibombas do Gate, após análise com raio-X, identificou uma réplica decorativa, sem material explosivo.
Como não havia documentação para verificar a regularidade das armas e munições, o material foi apreendido para análise. As armas usadas pelos quatro policiais que atiraram também foram recolhidas para perícia.
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