Meta afirma que canal Exército do Lula não viola políticas da plataforma
Relatório técnico responde a pedido de esclarecimento feito pelo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques.
A Meta afirmou nesta sexta-feira (23) que o canal “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), não viola as políticas da plataforma. A conclusão consta de relatório técnico enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Segundo o documento, a empresa analisou o canal com base nas diretrizes para canais e não encontrou violação. A Meta também afirmou que o canal não tem serviço pago na interface questionada.
A análise atende a uma ordem do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, que deu 24 horas para a empresa prestar esclarecimentos. O pedido partiu da campanha do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, e questionava possível comportamento coordenado entre contas, canais e plataformas no Instagram, no Facebook e no Threads.
Ao responder, a Meta definiu como comportamento coordenado o uso de contas controladas pelos mesmos atores e o uso de contas falsas para enganar o público. Para a empresa, “a mobilização de apoiadores é lícita” e perde proteção apenas quando usada para fins ilícitos.
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