Mulher de 30 anos morre após ser baleada pelo ex-companheiro no DF
Suspeito, André Eduardo Alves da Silva, segue foragido; polícia investiga o caso como feminicídio
Mayara Stephany Varela de Almeida Sousa, de 30 anos, morreu na manhã desta sexta-feira (16/10), no Hospital de Base do DF, um dia depois de ser baleada pelo ex-companheiro na Candangolândia.
O suspeito é André Eduardo Alves da Silva, de 40 anos, ex-companheiro da vítima e pai da filha mais nova dela. Ele segue foragido. A Polícia Civil do DF investiga o caso, e a família aponta uma disputa por pensão alimentícia como motivação.
Imagens de câmeras de segurança registraram o ataque na QR 1 da Candangolândia, na noite de quinta-feira (15/10). Segundo o Correio Braziliense, o homem agride a mulher com socos e chutes antes de atirar. Ele fugiu antes da chegada das viaturas.
A vítima foi atingida na cabeça e no tórax. Equipes do Corpo de Bombeiros (CBMDF) a resgataram em estado gravíssimo e a levaram ao Pronto-Socorro do Hospital de Base. Ela chegou em parada cardiorrespiratória e passou a respirar com auxílio de aparelhos.
A Polícia Militar foi acionada por volta das 19h30, de acordo com o Correio Braziliense. Militares do Grupo Tático Operacional 45, do 25º Batalhão, confirmaram o crime e isolaram a cena. Equipes do batalhão seguem em buscas para localizar o suspeito.
Segundo a família, Mayara voltava do trabalho e estava perto de casa quando foi abordada pelo ex-companheiro. A mãe, Josi Varela, disse ao Metrópoles que o casal discutia com frequência por causa do pedido de pensão feito pela filha. Mayara já havia registrado boletim de ocorrência contra André por agressões verbais.
O Metrópoles informa que o caso é tratado como feminicídio pela Polícia Civil. O G1 e o Correio Braziliense registraram a investigação como tentativa de feminicídio, antes da confirmação da morte.
Até a publicação desta matéria, as fontes não trouxeram manifestação de André Eduardo Alves da Silva sobre as acusações.
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