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Política49 min

Grass pede revisão do papel das big techs nas eleições

Candidato ao GDF afirma que empresas estrangeiras não podem interferir na disputa; Meta diz ter proibido temporariamente imagens de candidatos feitas por IA.

Por Redação Dado Bruto · Fontes
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Urna eletrônica brasileira, modelo 2020
Imagem ilustrativa: Urna eletrônica brasileira, modelo 2020. Foto: TSE - Tribunal Superior Eleitoral · Public domain · créditos

O candidato do PT ao Governo do Distrito Federal, Leandro Grass, defendeu uma "revisão profunda" do papel das big techs nas eleições. Ele falou nesta quinta-feira (22/10), durante sabatina da Rádio Band News.

Grass afirmou que essas empresas contaminaram a eleição brasileira e que nenhuma companhia estrangeira pode interferir na disputa. Ele questionou quanto dinheiro do fundo eleitoral e do fundo partidário foi destinado às plataformas. Disse que todos os partidos impulsionaram conteúdo, inclusive o dele.

Em nota, a Meta afirmou que proibiu temporariamente, em cumprimento às regras eleitorais brasileiras, a recomendação de candidatos e a geração de imagens deles. Segundo a empresa, comandos com apenas o primeiro nome do candidato ou seu número na urna também passaram a ser bloqueados.

Um artigo de duas pesquisadoras da USP publicado pelo Correio Braziliense também afirma que as plataformas interferiram no processo eleitoral. O texto cita restrições a conteúdos de campanha e relatos de bloqueios e queda de alcance, mas trata-se de opinião das autoras, e a matéria não traz resposta das empresas.

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