Aspirina em baixa dose se associa a menos demência em perfil genético específico
No mesmo grupo, o risco de sangramentos graves foi cerca de duas vezes maior entre os que tomaram o remédio.
Um estudo da Universidade Monash, na Austrália, associou o uso de aspirina em baixa dose a um menor risco de demência em idosos com predisposição genética para contagem elevada de plaquetas. A pesquisa foi divulgada em outubro de 2026.
No mesmo grupo, o risco de sangramentos graves foi cerca de duas vezes maior entre os participantes que usaram o medicamento. Por causa desse aumento, o resultado não basta para indicar a aspirina como forma de prevenir demência.
As reportagens divergem sobre o tamanho da redução. Uma delas afirma que o risco de demência chegou a ser até três vezes e meia menor. Outra fala em redução de cerca de 70% no risco relativo.
A análise usou dados de um estudo que comparou aspirina com placebo, substância sem o princípio ativo do remédio. O efeito apareceu entre os participantes com os maiores escores genéticos ligados às plaquetas, componentes do sangue que participam da formação de coágulos.
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