Ataques dos EUA e Israel ao Irã
3 desdobramentos, do mais recente ao mais antigo. Último: 15 out. 2026, 20h24.
Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã, e a crise se estende ao Golfo e ao Oriente Médio, com ataques a navios perto do Estreito de Ormuz e a instalações no Iêmen. Até o momento, as matérias do portal trazem sobretudo desdobramentos recentes, com ações atribuídas ao Irã e aliados, bloqueio de portos pelos EUA e medidas de reserva de petróleo.
O conflito envolve os Estados Unidos e Israel de um lado e o Irã de outro. As matérias publicadas pelo portal tratam de desdobramentos recentes, e não trazem uma descrição completa do início dos ataques.
No Iêmen, os rebeldes houthis, apoiados pelo Irã, reivindicaram um ataque com mísseis e drones ao complexo do palácio presidencial de Al-Maashiq, em Áden, em 15/10. Áden é a capital provisória e sede do governo iemenita, reconhecido internacionalmente. Segundo o governo, o primeiro-ministro Shaya al-Zindani e membros do governo estão em segurança. O número de mortos varia conforme a fonte: entre duas e quatro pessoas.
No Estreito de Ormuz, os ataques a embarcações aumentaram nos últimos 10 dias. Os navios GFS Pride, de Singapura, e Cape Dao, de Antígua e Barbuda, afundaram após serem atingidos por projéteis. O Cape Dao havia sido atingido em 23/09, segundo a Organização Marítima Internacional.
Segundo autoridades iranianas de alto escalão ouvidas pela Reuters, o Irã diz intensificar essas ações como resposta ao bloqueio de seus portos pelos Estados Unidos e às sanções mais rigorosas impostas no mês anterior.
No plano energético, a Agência Internacional de Energia decidiu acelerar a liberação de cerca de 100 milhões de barris de petróleo de reservas estratégicas. Segundo a agência, cerca de 330 milhões de barris já saíram dos estoques desde março, e o total deve superar a meta inicial de 400 milhões. A medida complementa o pacote do G7 de 2 de outubro.
Linha do tempo
- 23/09O navio Cape Dao é atingido por um projétil perto do Estreito de Ormuz. Leia a matéria
- 02/10O G7 anuncia a liberação de 100 milhões de barris de petróleo de reservas ao longo de quatro meses. Leia a matéria
- 14/10O GFS Pride é atingido na véspera e afunda; o Cape Dao também afunda perto do Estreito de Ormuz. Leia a matéria
- 15/10Mísseis e drones dos houthis atingem o palácio presidencial em Áden, deixando mortos, segundo fontes divergentes. Leia a matéria
- 15/10A AIE decide acelerar a liberação de cerca de 100 milhões de barris de petróleo de reservas. Leia a matéria
O que se sabe
- Navios foram atingidos e afundaram perto do Estreito de Ormuz nos dias 14 e 23/09, com ataques que aumentaram nos últimos 10 dias.
- O Irã diz intensificar ações como resposta ao bloqueio de seus portos pelos Estados Unidos e às sanções mais rigorosas.
- Os houthis, apoiados pelo Irã, reivindicaram o ataque ao palácio presidencial em Áden, no Iêmen.
- A Agência Internacional de Energia acelerou a liberação de reservas de petróleo, com cerca de 330 milhões de barris já liberados desde março.
O que ainda falta
- As matérias não detalham o início dos ataques dos EUA e de Israel ao Irã nem sua motivação original.
- Não há informação sobre a resposta de Estados Unidos e Israel aos ataques iranianos mais recentes.
Atualizado em 15 out. 2026, 21h37, com base nas matérias publicadas sobre o assunto. Corrigimos erros: contato@dadobruto.com.
Todos os desdobramentos
- 15 out. 2026
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17h27Economia17h27AIE acelera liberação de 100 milhões de barris de petróleo de reservasEntidade prevê que o volume total liberado desde março supere a meta inicial de 400 milhões de barris.
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